Dando continuidade a nossa série sobre religiões e seitas, iremos conhecer a religião Atonismo.
O atomismo é a primeira religião reconhecida como monoteísta na história humana, no qual a religião promovia a adoração do Deus Aton, que nada mais era do que o disco solar. Era comum, antigamente, associarem a estrela do sistema solar como uma divindade a ser respeitada e cultuada.
As primeiras referências a Aton como Deus aparecem em documentos escritos durante a XII dinastia do Egito, na história de Sinué. Quando da existência do Império Médio, Aton passou a ser apenas um dos vários aspectos do também deus sol Rá. Relativamente sendo um deus obscuro, Aton foi se tornando cada vez menos importante durante a XVI Dinastia do Egito.
Entre os anos de 1348 e 1346 antes do nascimento de Jesus Cristo, Amenófis IV implementou em seu reinado no Egito o atonismo, instituindo, assim, Aton como o deus a ser louvado e idolatrado pelos seus súditos. Antes, no entanto, o rei tinha dado carta branca aos outros deuses que eram louvados como deuses supremos, os chamados “deuses tradicionais”. Para que a mudança chegasse a todos os súditos, reafirmando a liderança de Amenófis, o nome de Aton passou a ser escrito em um formato de cartela que era reservado somente a faraós. Tal ação realmente conseguiu atrair a atenção de todos para o poder do novo imperador.
O movimento do faraó e de sua corte a partir da influência do sacerdócio e dos centros tradicionais de culto, mas o decreto tinha um significado religioso mais profundo demais, tomadas em conjunto com a sua mudança de nome, é possível que a mudança para Amarna foi também significou como um sinal de morte simbólica do faraó e do renascimento. Pode também ter coincidido com a morte de seu pai e do fim da co-regência. Além de construir uma nova capital, em honra de Aton, Aquenáton também supervisionou a construção de alguns dos templos mais maciço no antigo Egito, incluindo uma em Karnak e outra em Tebas, perto do antigo templo de Amon.
No 9º ano (1344/1342 a.C.), Aquenáton reforçou o regime atonista, declarando a Aton a ser não apenas o deus supremo, uma divindade única e universal, e proibindo a adoração de todos os outros, incluindo a veneração dos ídolos, mesmo particular nas casas das pessoas, uma arena de Estado egípcio não haviam tocado em termos religiosos. Atonismo foi então baseada no monoteísmo unitário estrito, a crença em um Deus único.
O FIM DA RELIGIÃO-
O atonismo entrou em decadência quando o imperador, que já estava obcecado com a nova religião, passou a dar prioridade a assuntos ligados à doutrina do que os outros que tinham interesses de assunto importante para o funcionamento do Estado. Pela recusa do imperador em deixar a religião de lado, a administração do reino passou por uma grave e profunda crise, onde se faltaram alimentos, recursos, entre muitas outras coisas. Reis que pediam subsídios para os seus reinos não eram atendidos, justamente por essa ligação com a religião. Outro motivo pelo qual o imperador possa ter deixado de lado a vida administrativa foi o fato que sua esposa Nefertiti possa ter sucumbido a uma pandemia que atingiu a região em uma época do seu império, segundo alguns escritos daquele ano.
Somente com a morte do imperador, é que o Atonismo deu seu último suspiro, e caiu em desuso por completo.
É isso galera, espero que gostem e compartilhem com os amigos.
com informações de fonte:
Wikipédia; cultura mix religião
O atomismo é a primeira religião reconhecida como monoteísta na história humana, no qual a religião promovia a adoração do Deus Aton, que nada mais era do que o disco solar. Era comum, antigamente, associarem a estrela do sistema solar como uma divindade a ser respeitada e cultuada.
As primeiras referências a Aton como Deus aparecem em documentos escritos durante a XII dinastia do Egito, na história de Sinué. Quando da existência do Império Médio, Aton passou a ser apenas um dos vários aspectos do também deus sol Rá. Relativamente sendo um deus obscuro, Aton foi se tornando cada vez menos importante durante a XVI Dinastia do Egito.
Entre os anos de 1348 e 1346 antes do nascimento de Jesus Cristo, Amenófis IV implementou em seu reinado no Egito o atonismo, instituindo, assim, Aton como o deus a ser louvado e idolatrado pelos seus súditos. Antes, no entanto, o rei tinha dado carta branca aos outros deuses que eram louvados como deuses supremos, os chamados “deuses tradicionais”. Para que a mudança chegasse a todos os súditos, reafirmando a liderança de Amenófis, o nome de Aton passou a ser escrito em um formato de cartela que era reservado somente a faraós. Tal ação realmente conseguiu atrair a atenção de todos para o poder do novo imperador.
O movimento do faraó e de sua corte a partir da influência do sacerdócio e dos centros tradicionais de culto, mas o decreto tinha um significado religioso mais profundo demais, tomadas em conjunto com a sua mudança de nome, é possível que a mudança para Amarna foi também significou como um sinal de morte simbólica do faraó e do renascimento. Pode também ter coincidido com a morte de seu pai e do fim da co-regência. Além de construir uma nova capital, em honra de Aton, Aquenáton também supervisionou a construção de alguns dos templos mais maciço no antigo Egito, incluindo uma em Karnak e outra em Tebas, perto do antigo templo de Amon.
No 9º ano (1344/1342 a.C.), Aquenáton reforçou o regime atonista, declarando a Aton a ser não apenas o deus supremo, uma divindade única e universal, e proibindo a adoração de todos os outros, incluindo a veneração dos ídolos, mesmo particular nas casas das pessoas, uma arena de Estado egípcio não haviam tocado em termos religiosos. Atonismo foi então baseada no monoteísmo unitário estrito, a crença em um Deus único.
O FIM DA RELIGIÃO-
O atonismo entrou em decadência quando o imperador, que já estava obcecado com a nova religião, passou a dar prioridade a assuntos ligados à doutrina do que os outros que tinham interesses de assunto importante para o funcionamento do Estado. Pela recusa do imperador em deixar a religião de lado, a administração do reino passou por uma grave e profunda crise, onde se faltaram alimentos, recursos, entre muitas outras coisas. Reis que pediam subsídios para os seus reinos não eram atendidos, justamente por essa ligação com a religião. Outro motivo pelo qual o imperador possa ter deixado de lado a vida administrativa foi o fato que sua esposa Nefertiti possa ter sucumbido a uma pandemia que atingiu a região em uma época do seu império, segundo alguns escritos daquele ano.
Somente com a morte do imperador, é que o Atonismo deu seu último suspiro, e caiu em desuso por completo.
É isso galera, espero que gostem e compartilhem com os amigos.
com informações de fonte:
Wikipédia; cultura mix religião


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